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	<title>Ogra . Oficina Gráfica &#187; News</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Selos Verdes: em busca do consumo consciente</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 18:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificações]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Provavelmente você já deve ter reparado nos selos FSC e Cerflor que estampam a caixinha do leite que você consome em casa ou no bloco de papéis que você usa em seu trabalho. Ambos, conhecidos como Selos Verdes, são certificações ambientais dadas às empresas que seguem práticas socioambientais corretas e economicamente viáveis. Ou seja, significa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/964.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Provavelmente você já deve ter reparado nos selos FSC e Cerflor que estampam a caixinha do leite que você consome em casa ou no bloco de papéis que você usa em seu trabalho. <span id="more-964"></span>Ambos, conhecidos como Selos Verdes, são certificações ambientais dadas às empresas que seguem práticas socioambientais corretas e economicamente viáveis. Ou seja, significa que a caixinha do leite e o bloco de papéis foram fabricados com critérios de excelência de qualidade, gerando menor impacto ao meio ambiente.</p>
<p>Por meio destes selos, as instituições certificadoras estão atingindo o objetivo de fazer com que as empresas fabriquem com mais consciência – quem segue um plano de manejo florestal correto extrai pouca matéria-prima e deixa a floresta descansar por 25 anos. Assim, a vegetação se regenera e a preservação da floresta acontece. Por isso, pensar diariamente na responsabilidade ambiental tornou-se algo muito comum para empresas de diversos setores. Hoje em dia quase todas as companhias que lidam diretamente com consumidores e ou que atuam como fornecedoras buscam o reconhecimento das certificações, então procuram direcionar seus esforços à fabricação correta</p>
<p>Valdeque Roveri, Diretor Industrial da Arjowiggins Security, afirma que para a empresa “as certificações ambientais atestam o compromisso em produzir de forma ambientalmente adequada, viabilizando o crescimento do setor de forma sustentável, além de credenciar a participação de uma cadeia de negócios onde figuram empresas que atuam de forma sustentável e de grande valor junto aos consumidores”. A Arjowiggins, líder mundial em soluções integradas de segurança e papéis especiais, possui o selo FSC, além das certificações ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001.</p>
<p>Segundo Adriano Canela, Gerente Executivo de Estratégia e Marketing da Suzano Papel e Celulose, a empresa também escolheu adotar os princípios e critérios do FSC como o principal direcionador estratégico de seu desempenho socioambiental. “Trabalhamos baseados na orientação de construir processos ao longo de sua cadeia produtiva que sejam ambientalmente corretos, socialmente justos e economicamente viáveis. Por meio desta parceria [com o FSC] foi possível alinhar práticas sustentáveis já inseridas no dia a dia da Suzano, ao longo de sua história, com critérios e padrões internacionalmente reconhecidos”, explica.</p>
<p>De acordo com dados do WWF-Brasil, o FSC – sigla de Forest Stewardship Council, em português significa Conselho de Manejo Florestal – é hoje o selo verde mais reconhecido do planeta, com presença em mais de 75 países, gerando negócios da ordem de 5 bilhões de dólares em todo o mundo. “O FSC é o sistema de certificação florestal  e de cadeia de custódia de maior credibilidade e reconhecimento internacional, por sua transparência, rigor e comprovados benefícios gerados para as comunidades e para a biodiversidade. Adquirindo produtos que possuem a certificação FSC, o consumidor final contribui para o uso responsável dos recursos florestais em todo o mundo. Então, a Suzano acredita e investe, em todos os níveis, para que estes conceitos sejam disseminados internamente, aos seus clientes e junto à sociedade”, completa Adriano. Além do FSC, a Suzano possui também a certificação ISO 14001.</p>
<p>Como vemos, o consumo consciente é debatido a todo o momento. Mas, apesar de todos os esforços pela melhoria do planeta, ainda assim não é o suficiente a consciência somente por parte de grandes companhias e entidades que batalham pela preservação ambiental. Pensar sobre o uso responsável dos recursos naturais também deve partir dos consumidores. É preciso fazer a coleta seletiva de lixo para posterior reciclagem, fechar a torneira para economizar água, apagar as luzes para não desperdiçar energia. E evitar o uso do papel para impedir o desmatamento? Não, necessariamente. Evitar o uso desnecessário é tão importante como reaproveitar papéis já usados e adotar a utilização dos reciclados, mas estas ações são complementares às das fabricantes de papel.</p>
<p>“O papel branco, utilizado para leitura e escrita, é a forma mais correta de preservação dos recursos naturais”, afirma Antônio Gimenez, Gerente Geral de Negócios da International Paper, empresa especialista em fabricação de papéis e embalagens, com atuação ambientalmente responsável comprovadas pelas certificações ISO 14001, ISO 9001 e pelo selo Cerflor. Esta afirmação pode ser um choque, pois vai de acordo com o que poucas pessoas sabem: todo papel virgem é originário de áreas de reflorestamento, ou seja, de árvores plantadas somente para esse fim. “O mito sobre a produção do papel é muito ‘grosseiro’. No Brasil, 100% dos produtores não usam floresta natural, usam floresta plantada. Existe o paradoxo de que quanto mais papel se produz mais florestas são destruídas. E na verdade é ao contrário disso: quanto mais papel se produz, mais florestas são plantadas! E estas geralmente são as certificadas. Assim, a floresta certificada se torna mais segura, pois há respeito à fauna, à flora e aos recursos hídricos”, explica. E conclui: “os papéis considerados sustentáveis geralmente são os reciclados, e utilizar materiais reciclados também contribui bastante com a energia do planeta por gerar menos gastos, menos impostos”.</p>
<p>Portanto, você pode ficar tranquilo ao adquirir a caixa de leite, o bloco de papéis ou qualquer outro produto de papelaria, desde que este exiba um Selo Verde. “Comprar materiais certificados contribui com o planeta com um crescimento sustentável em sua essência, ou seja, do ponto de vista econômico, social e ambiental. É uma forma de garantir que as próximas gerações tenham uma boa qualidade de vida”, finaliza Valdeque.</p>
<p><strong>FSC &#8211; Forest Stewardship Council</strong></p>
<p>O Conselho de Manejo Florestal é uma organização internacional independente, que estabelece os princípios e critérios de manejo florestal sustentável, controlando, assim, as práticas produtivas.</p>
<p><strong>CERFLOR</strong></p>
<p>Iniciativa nacional de certificação florestal, cujas normas foram elaboradas pela Asso-ciação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A aplicação do Certificado de Manejo Florestal Sustentável é feita pelo Instituto Nacional de Metrologia (INMETRO).</p>
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		<title>Livro impresso é mais sustentável que e-book!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 12:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caco</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[  Pesquisa encomendada pela Hachette Livre, maior editora francesa que pertence ao grupo Largardere, compara ambientalmente os livros em papel com os e-readers e constatou que: considerando a realidade francesa, um e-reader só seria melhor ecologicamente que o livro em papel se o usuário lesse mais de 80 livros por ano.  A seguir, trechos extraídos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/413.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>  <span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Pesquisa encomendada pela <em>Hachette Livre</em>, maior editora francesa que pertence ao grupo Largardere, compara ambientalmente os livros em papel com os e-readers e constatou que: </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">considerando a realidade francesa,<em> um e-reader só seria melhor ecologicamente que o livro em papel se o usuário lesse mais de 80 livros por ano.<span id="more-413"></span></em> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A seguir, trechos extraídos do </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Annual Financial Report </em></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">do grupo francês </span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Largardere</em></span></span><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, dono de </span></span><tt><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>HACHETTE LIVRE</em></span></span></tt><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">, maior editora francesa que encomendou o estudo:</span></span></p>
<p><strong><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>La Tribune – 04/06/2009 – 698 mots:</em></span></span></strong></p>
<p><strong>“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Le vieux bouquin moins polluant que l’e-book”</em></span></span></strong></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>O livro tradicional é menos poluente do que o e-book </em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A comparação entre a pegada de carbono de um livro em papel e de um livro eletrônico beneficia o primeiro. Pelo menos até agora.<br />
Quantos livros colocar na sua bagagem para este Verão? O máximo possível para escolher, a leitura acumulada durante o ano? Muito pesado… Com o e-book ou livro eletrônico se pode carregar uma biblioteca em uma pequena unidade de 20 cm com peso inferior a 300g, eliminando o dilema acima. Menos papel, isso também significa cortar menos árvores, menos caixas transportadas por caminhões de entrega poluentes? Essa idéia é comum, mas falsa: o e-book é ecologicamente menos correto do que o livro tradicional. Pelo menos é isso que aponta o resultado de um estudo para Hachette Livre, editor que representa um quarto da produção francesa de livros. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><strong>Pegada de carbono </strong></em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">A pegada de carbono da Hachette, a pesquisa foi coordenada pela Carbon 4 (Jean-Marc Jancovici e Granjean Alain) determinou que a pegada de carbono do grupo, ou seja, todas as emissões de gases do efeito de estufa emitidos no ciclo de vida dos livros publicados pela Hachette na França foi de 178.000 toneladas de CO2, para 163 milhões de cópias em um ano. Peso equivalente a pouco menos de 1 por quilo, em média, com variações dependendo de um livro de bolso (algumas centenas de gramas) ou um bloco grande de várias centenas de páginas (de alguns quilos). </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O e-book, se levarmos em conta todos os materiais utilizados na sua construção (chips, tela, bateria), o transporte dos equipamentos, muitas vezes produzidos na China, a entrega às lojas, a electricidade consumida para a sua utilização (carregamento das baterias, os servidores onde os livros são armazenados como arquivos), e de reciclagem no final da vida exibe um recorde de 240 kg, de acordo com uma estimativa da Carbone 4, a partir de avaliações feitas pela ADEME para computadores. Seriam 80 kg por ano, assumindo uma vida útil do dispositivo de três anos. Conclusão: A menos que você leia 80 livros por ano, um nível além do alcance da maioria dos leitores na França, o livro de papel é menos prejudicial ao planeta. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Isso Blunden Ronald, diretor de comunicação da Hachette e organizador do comitê de direção do grupo de desenvolvimento sustentável, que encomendou a Carbone 4 a comparação, além da pegada de carbono de seu grupo. “Ouvimos mais uma vez que o e-book deteria a destruição das florestas”, diz ele. Embora mais de 40% das emissões provenientes da produção de um livro sejam por conta do papel, 17% vêm de impressão e 8% de transporte de mercadorias entre papelarias e impressoras. Mas pelo menos “dois terços do papel utilizado para livros de nossas florestas são certificados pelo FSC [Forest Stewardship Council], isto é, as árvores cortadas são replantadas. Quanto às obras não vendidas, seu papel é reciclado. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se a comparação se comporta, sem dúvida, em favor do livro tradicional, a equivalência 1 e-book = 80 livros em termos de emissões de carbono, no entanto, depende de métodos e pressupostos. Nos EUA, onde as distâncias de transporte são maiores, onde a percentagem de eletricidade produzida por combustíveis fósseis é muito superior à França, e onde o impacto sobre as florestas é contabilizado de forma diferente, a estimativa proporciona aos editores uma pegada de carbono de alguns quilos para um livro. Ronald Blunden também admite que o relatório irá evoluir de forma positiva para o e-book. “Nós falamos aqui da primeira geração de e-books. O próximo irá melhorar a sua pegada de carbono.”</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">E, como mostra a última versão do Kindle da Amazon e-book torna-se mais versátil. Não só é possível ler livros, mas também jornais e revistas. No futuro, seria possível ler alguns livros por ano e os jornais diários em seu e-book para ter uma pegada de carbono equivalente a uma leitura no papel. Mas nestas férias, com exceção daqueles que vão devorar dezenas de títulos em um mês, o comportamento ambientalmente correto é carregar as malas com bons velhos livros de papel que podem cair sem temer a areia na praia.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em><span style="color: #2f2f2f;">par la Rédaction de France graphique </span></em></span></span></p>
<p><strong><span style="color: #2f2f2f;">“<span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Le livre papier plus écolo que l’e-book</span></span></span></strong><span style="color: #2f2f2f;"><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> “</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O LIVRO é mais verde do que o E-BOOK </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Ter, 01/05/2010 – 05:55 – William </em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O final do ano apontou o aumento no consumo de e-books: Kindle E-Reader, Bookeen, Iliad, etc. Estes gigantes compartilharam o momento do mercado, enquanto aguardavam a chegada do I Pad que pode sacudir novamente o negócio, assim como aconteceu com o iPod e o iPhone. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">No entanto, grandes varejistas que distribuem esses produtos não contavam com um estudo realizado pela agência Carbone 4 no início do ano 2009, em nome da Hachette Livre, maior editor francês. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">O estudo mede a pegada de carbono do grupo ou as emissões globais de gases de efeito estufa emitidos no ciclo de vida de livros publicados pela Hachette, na França. Carbon 4 considera que o grupo emitiu 178 000 toneladas de CO2 para 163 milhões de exemplares publicados em 2008. Convertidos em um livro, este valor é de 1 kg, em média. Por sua vez, o e-book apresenta um recorde de 240 kg de CO2 emitidos, tendo em conta a fabricação de peças (metodologia desenvolvida pela ADEME para computadores). </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se considerarmos que a vida de um e-book é de três anos, sua pegada de carbono seria de 80 kg por ano, ou 80 vezes mais do que um livro impresso. Ronald Blunden, diretor de comunicação da Hachette Livre e organizador do comitê de direção do grupo de Desenvolvimento Sustentável, foi responsável por encomendar a comparação. </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ele declarou em junho passado que “ouviu mais uma vez que, graças ao e-book, se deteria a destruição das florestas. Enquanto mais de 40% das emissões provenientes da produção de um livro vem do papel. Mas pelo menos dois terços do papel utilizado para os nossos livros são certificados pelo FSC. Ronald Blunden reconhece, contudo, que esta relação deve mudar para o e-book nos próximos anos com a chegada das novas gerações: <em>“Nós falamos aqui da primeira geração de e-books. O próximo irá melhorar a sua pegada de carbono. ”</em> </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">por Editores do gráfico França</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, sans-serif;"><span style="font-size: small;">Para maiores informações: Carbone4.com</span></span></p>
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		<title>Cartilha para Fechamento de Arquivos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:05:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualmente, a comissão de Estudos de Pré-impressão do ABNT/ONS -27 encontra-se empenhada em traduzir e homologar a norma Internacional que define regras de intercâmbio de arquivos digitais para uso gráfico em Formato de Documento Portátil &#8211; PDF (Portable Document Format). Desenvolvido pela Adobe Systems Incorporated, o formato PDF, já se consolidou como novo padrão mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/52.gif&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Atualmente, a comissão de Estudos de Pré-impressão do ABNT/ONS -27 encontra-se empenhada em traduzir e homologar a norma Internacional que define regras de intercâmbio de arquivos digitais para uso gráfico em Formato de Documento Portátil &#8211; PDF (Portable Document Format). Desenvolvido pela Adobe Systems Incorporated, o formato PDF, já se consolidou como novo padrão mundial de transferência de documentos destinados a impressão. Sua confiabilidade e eficiência, no entanto, dependem de regras e procedimentos estritos de construção, normalizados como padrão PDF/X-3.<span id="more-52"></span></p>
<p>Fruto de um trabalho coletivo, essa cartilha foi discutida e elaborada por técnicos gabaritados que buscaram escrever em linguagem simples e de forma didática, as instruções e informações necessárias para a geração de arquivos PDF/X-3 adequados à nova norma internacional.</p>
<p>Para baixar gratuitamente esta cartilha acesse o link no site da ABTG: <a href="http://www.abtg.org.br/index.php/br/downloads/cat_view/151-cartilhas">http://www.abtg.org.br/index.php/br/downloads/cat_view/151-cartilhas</a><!--more--></p>
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		<title>Reciclato Branco</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de compartilhar o lançamento do reciclato branco fabricado pela Suzano. O Reciclato branco da suzano, reproduz as cores com mais fidelidade e também possuem Certificação FSC, pois ele é composto de 25% de fibras pós-consumo (ou seja, de escritórios e residências) e 75% pré-consumo (aparas de sobras da própria fábrica FSC). A má notícia é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.ogra.com.br/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/43.jpg&amp;w=200&amp;h=150&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a href="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2009/11/reciclato_branco2.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-296" title="reciclato_branco" src="http://www.ogra.com.br/wp-content/uploads/2009/11/reciclato_branco2.jpg" alt="" width="123" height="122" /></a>Gostaria de compartilhar o lançamento do reciclato branco fabricado pela Suzano.</p>
<p>O Reciclato branco da suzano, reproduz as cores com mais fidelidade e também possuem Certificação FSC, pois ele é composto de 25% de fibras pós-consumo (ou seja, de escritórios e residências) e 75% pré-consumo (aparas de sobras da própria fábrica FSC).<span id="more-43"></span></p>
<p>A má notícia é que o Reciclato Branco por enquanto encontra-se disponível apenas nas gramaturas de 75 e 90g/m².</p>
<p>Para se ter uma idéia da tonalidade do novo papel da Suzano, ele é muito próximo do Marrakech Giz, e possui as fibras do reciclato tradicional.<br />
Quem quiser saber mais sobre este assunto, mande um e-mail que terei prazer em fazer uma visita e levar algumas amostras.</p>
<p>Carlos Suriani</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>SOS. Preciso de um orçamento!</title>
		<link>http://www.ogra.com.br/orcamento-grafico-producao-grafica/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 17:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.trz.com.br/ogra/?p=37</guid>
		<description><![CDATA[Por questões de custo e volume de trabalho, boa parte das agências de publicidade e empresas não conseguem nos dias atuais justificar a presença de um produtor gráfico profissional em tempo integral. Porém, isso não deve impedir que a empresa, mesmo sem contar com esse profissional, deixe de fazer cotações e orçamentos com segurança e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por questões de custo e volume de trabalho, boa parte das agências de publicidade e empresas não conseguem nos dias atuais justificar a presença de um produtor gráfico profissional em tempo integral. Porém, isso não deve impedir que a empresa, mesmo sem contar com esse profissional, deixe de fazer cotações e orçamentos com segurança e custos competitivos.<span id="more-37"></span></p>
<p>Para que isso aconteça, o ideal seria que cada empresa elegesse e desenvolvesse uma pessoa para especificar e cotar os materiais junto aos fornecedores. A pessoa eleita, do departamento de marketing, criação ou compras, por exemplo, não precisa necessariamente se tornar um expert em produção gráfica, mas deve seguir algumas importantes lições que podem valer muito na hora de especificar um material gráfico com eficácia.</p>
<p>Aqui vão algumas dicas valiosas.</p>
<ul>
<li><strong>Faça um curso rápido de produção</strong><br />
Existem diversas instituições, entre elas o Senai, que possuem cursos de curta duração, oferecendo conhecimentos básicos importantes sobre papéis, plásticos, formatos, sistemas de impressão e acabamentos. Esses cursos rápidos são essenciais para ajudar na seleção de fornecedores e na especificação das solicitações de orçamentos.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Defina o escopo</strong><br />
O que já existe no mercado? Como todo projeto, uma cotação precisa ser muito bem detalhada. Antes de dar início ao processo, faça uma pequena reunião com os solicitantes; defina o público-​alvo, as quantidades, os formatos, a logística que o material deve ter. Também é importante pedir ao solicitante referências de produtos já existentes no mercado e o custo unitário que o mesmo está disposto a gastar. Sem esses procedimentos, muitas cotações podem se estender por dias, ter os valores errados e não atingir a expectativa de seu cliente interno.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Selecione o fornecedor corretamente</strong><br />
Visitas a fornecedores, além de estreitar o relacionamento, ajudam a conhecer os processos de impressão e as especificações técnicas dos materiais. Com a variedade de tecnologias disponíveis no mercado, é muito difícil encontrar um fornecedor que atenda a todos os projetos. As gráficas acabam focando certos nichos em busca de eficiência e rentabilidade. Selecionar o fornecedor correto ao fazer a cotação de materiais é um grande passo para conseguir custos competitivos e produtos e serviços adequados.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Não faça leilão, mas pelo menos  duas cotações são necessárias</strong><br />
Após a correta seleção do fornecedor e obtenção do custo, cote com mais fornecedores de mesma especialização. Uma segunda opinião é essencial para se certificar que a melhor solução foi apresentada. Quando esse procedimento é feito com critério e número reduzido de competidores, os fornecedores não encaram como leilão e se esforçarão para trazer as melhores propostas a fim de pegar o pedido.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Fale a mesma língua</strong><br />
É importante pedir aos fornecedores um formulário padrão de solicitação de orçamentos, que é praticamente um checklist de tudo que é necessário para se confeccionar uma boa cotação. Geralmente, esses formulários incluem dados como formato aberto e fechado, número de cores, tipos de acabamentos e de papéis, e são a base para uma boa elaboração de orçamento. Conhecer a descrição técnica do trabalho facilita a tarefa e diminui a probabilidade de erros.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Amostras e mostruários</strong><br />
Peça aos seus fornecedores amostras de substratos, impressos, modelos e principalmente mostruários de tecidos, lonas, papéis, plásticos, madeiras etc. Assim, quando chegar a cotação, aqueles que solicitaram o orçamento já poderão ver o material em que será produzido. Isso evita erros e surpresas caso o trabalho seja efetivado.</li>
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<li><strong>Uma imagem vale mais que mil palavras</strong><br />
Por mais simples que um projeto pareça, enviar uma foto ou layout do produto via e-​mail é importante para o fornecedor sentir as eventuais dificuldades que o projeto pode apresentar e fornecer um custo correto. Dependendo do layout, cores podem ser acrescidas ou diminuídas, vernizes aplicados ou não e assim por diante.</li>
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<li><strong>Cuidado com o e-mail</strong><br />
Mesmo os profissionais de produção mais experientes às vezes têm dificuldade para especificar um material a ser orçado apenas por e-​mail. Portanto, escolha fornecedores que estão sempre disponíveis para fazer um atendimento técnico pessoal ou por telefone. Solicitações por e-​mail podem gerar dúvidas e precisam ser filtradas. Assim, não custa nada dar uma ligada para o fornecedor e saber se restou alguma dúvida, ou ver se o mesmo possui alguma sugestão para melhorar o projeto.</li>
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<li><strong>Marque uma visita</strong><br />
Apesar de vivermos na era da Internet, que encurta distâncias e facilita a comunicação, algumas vezes é mais produtivo marcar uma horinha com o representante comercial para que o projeto seja discutido logo de início. Com o vendedor presente, um brainstorm acontece, pois o solicitante, na presença do representante comercial, será obrigado a parar e refletir sobre o projeto, surgindo detalhes que antes não haviam sido percebidos. Isso traz benefícios ao projeto e muitas vezes define a sua viabilidade financeira e ou técnica.<br />
Seguindo essas dicas, compradores, profissionais de marketing, criativos, enfim, qualquer pessoa pode solicitar orçamentos gráficos de forma eficiente. Basta ter a mente sempre aberta para tudo que pode ser proporcionado pela tecnologia do dinâmico universo da comunicação gráfica.</li>
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